Pedro Almeida/Mário Castro (Škoda Fabia Rally2 evo), terminaram a etapa do CPR no Rali de Portugal com um atraso de 1:09.4s para o terceiro lugar da prova, mas mantendo uma vantagem confortável para o quinto classificado.
“Foi uma prova difícil, exigente, mas se fosse fácil não seria o Rally de Portugal”. Foram estas as primeiras palavras de Pedro Almeida no final do dia de sexta-feira, terminada etapa que pontuava para o Campeonato de Portugal de Ralis (CPR).
“Confesso que quando venho para o Rally de Portugal há sempre aquela questão de ‘como vai ser?’ e que depois de estar nas classificativas, com as habituais dificuldades da dureza do percurso, chegámos a um momento em que terminar é sempre a primeira meta. Acabamos no quarto lugar do CPR, sobrevivemos e por isso, o balanço que fazemos só pode ser positivo” acrescenta o piloto do Skoda Fabia Rally2, que teve como navegador Mário Castro.
“Gostávamos de ter feito ainda melhor, de ter estado mais próximos da luta pelo pódio mas, no inicio das segundas passagens, na Lousã, ficamos sem pneus para usar e tivemos de ser frios para gerir o andamento e conseguir chegar ao final do rally”.
O piloto de Famalicão termina a fase de terra do CPR de forma positiva, “com pontos que são importantes para a nossa classificação na temporada”, mesmo depois de não ter começado da melhor forma a época. “Temos conseguido estar melhor, mais rápidos e próximos dos habituais líderes do CPR, e isso por si, já é importante para os objetivos que temos para este ano” disse ainda Pedro Almeida.
O CPR muda para a fase de asfalto, com o Rali de Castelo Branco, a 21 e 22 de junho, a ser a primeira prova.












