Tendo em conta que não vale a pena bater na mesma tecla, o ritmo que têm Kris Meeke/James Fulton (Hyundai I20N Rally2) é muito maior do que os melhores pilotos portugueses e isso é algo que não vai mudar, podendo atenuar-se um pouco no asfalto, tal como confessa Kris Meeke, por isso, em condições normais as vitórias em todas as provas serão do irlandês, a não ser que ele as perca por algum azar, erro, furo, saída, qualquer coisa que o faça perder tempo que não consiga recuperar.
Por isso, tal como sucede na F1, com o avanço de Max Verstappen e a Red Bull o foco da emoção está na luta pelos lugares seguintes e nesse aspeto, Armindo Araújo/Luís Ramalho (Skoda Fabia RS Rally2) voltou a ser o melhor, desta feita batendo Ricardo Teodósio/José Teixeira (Hyundai I20N Rally2) por apenas 2.4s, depois de terem chegado ao derradeiro troço separados por um segundo. Portanto o momento-chave da prova foi quando, depois de uma escolha de pneus ‘estratégica’, esta levou a que Araújo perdesse mais tempo do que esperava no 1º dia de prova, tendo que o recuperar no segundo. E foi milimétrico, tal como a diferença final de 2.4s.










