A Red Bull é a equipa que domina a F1 neste momento, um domínio à imagem do que fez a Mercedes nos primeiros anos da era turbo híbrida. A concorrência não está à altura e exibições como a de Max Verstappen no GP de Miami são a evidência clara de que este campeonato está nas mãos da Red Bull.
Mas, como habitualmente na F1, a tendência é menosprezar os feitos da equipa. Todas as eras de domínio tiveram os seus detratores e no caso da Red Bull o caso do limite orçamental é sempre uma sombra que acompanha o sucesso recente da equipa. Martin Brundle lamenta que se minimize o mérito da equipa austríaca:
“É uma pena que a Red Bull tenha violado os regulamentos de limite de custos no ano passado, porque é muito fácil para alguns tentar minimizar o que estão a conseguir agora. Eles são dominantes e cabe às outras equipas e pilotos fazer um trabalho melhor. Com a asa traseira DRS aberta, a Red Bull é muito mais rápida em velocidade de ponta do que as outras nove equipas, tanto que suspeito que onde quer que comecem na grelha, e sem fatores externos, podem terminar nos dois primeiros lugares do pódio. A sua velocidade é simplesmente irresistível e é aí que as outras equipas têm de se concentrar. Não vai ser fácil, é uma filosofia geral de design do carro e não uma atualização e, mesmo assim, só após entenderem o que a Red Bull está a fazer para eliminar tanto arrasto.”











