Andreas Mikkelsen chega ao Rali da Catalunha com 13 e 20 pontos de avanço para Kajetan Kajetanowicz e Emil Lindholm, mas infelizmente para o norueguês os abandonos consecutivos em Portugal e na Sardenha ‘tramaram-no’ fortemente e curiosamente, qualquer dos seus adversários diretos, Kajetan Kajetanowicz e Emil Lindholm, pode ser já coroado em Espanha, ainda que tudo se possa resolver apenas no Japão.
O problema de Mikkelsen é que já não tem mais pontos pra somar, esgotou a sua quota de ralis, pelo que está totalmente dependente do que fizerem os seus rivais. Kajetanowicz foi segundo na Nova Zelândia e agora vai lutar com Emil Lindholm pelos pontos neste evento, arrancando com sete de avanço para o piloto finlandês.
Contudo, o plantel é tão forte que está longe de estar garantida uma boa pontuação para o 2º e 3º classificados do WRC2 – há em prova Yohan Rossel, Teemu Suninen, Nikolay Gryazin, Pepe Lopez, Alejandro Cachon – pelo que Mikkelsen ainda pode manter-se na posição em que está. Seja como for, Kajetanowicz e Lindholm ainda terão a possibilidade de competir no Rally Japão, nenhum deles confirmou ainda a sua participação, mas se precisarem é quase certo que lá vão tentar ser campeões.
Recorde-se que este ano os pontos do Power Stage são também atribuídos no campeonato e os pilotos e equipas devem nomear sempre o rali para pontuar quando se inscrevem, contando as seis melhores pontuações de sete ralis nomeados para a classificação final.
Neste momento, Mikkelsen já não passa dos 109 pontos, mas se retirássemos o pior resultado até aqui a Kajetan Kajetanowicz e Emil Lindholm, estes ficariam empatados a 89 pontos. Têm dois ralis para fazer mais pontos que Mikkelsen, Lindholm atirou fora 3 pontos e Kajetanowicz, 10. Tudo o que fizerem acima disso é para somar…
Vai ser intenso do seu ponto de vista…











