A ‘Silly Season’ da F1 está a começar a aquecer, e há, assim de repente, dois casos que começam a ganhar tração. Todos nos lembramos do ‘sobe e desce’ de Pierre Gasly na Red Bull, mas os anos passaram e hoje em dia o francês tem outra ‘bagagem’, e por isso, a questão de ficar ou não ligado à Red Bull começa a ficar na ordem do dia.
Pierre Gasly teve o seu resultado mais forte de 2022, de longe, com um quinto lugar atrás dos pilotos da Red Bull e Mercedes, em Baku. O timing de Gasly foi muito bom, com esse desempenho a chegar na primeira corrida depois de Sergio Perez ter estendido o seu contrato com a Red Bull por mais dois anos, e numa altura em que há especulações crescentes sobre o futuro de Gasly.
Falando sobre o que fará em 2023, antes da corrida em Baku, o francês sugeriu que ainda vai fazer parte da família Red Bull no próximo ano, mas vai discutir com Helmut Marko se isso sucederá na Alpha Tauri mais uma vez, ou se vai envolver uma mudança para outra equipa, para lhe permitir um desafio diferente.
Quando se trata de outras equipas, o piloto de reserva da Alpine, Oscar Piastri, foi ligado a uma mudança para a Williams no próximo ano, numa troca que poderá pôr em causa o lugar de Nicholas Latifi, e esse é um tópico que pode muito bem surgir para o canadiano, logo no ‘seu’ primeiro Grande Prémio em ‘casa’.
Não é novidade para ninguém que a época de Latifi tem sido demasiado pobre, e o dinheiro da família é agora bem menos importante para a Williams, do que era no tempo da família Williams.












