A Mercedes continua mais ou menos à mesma distância da frente em qualificação para os seus dois principais adversários, a Ferrari e Red Bull. 0,7s da pole no Bahrein, 0,9s na Arábia Saudita e agora 0.957s na Austrália.
Claro que há diferenças na extensão e características das pistas, mas os problemas essenciais da Mercedes estão lá todos.
Desta feita, Lewis Hamilton comparou o seu monolugar a uma… cascavel. O inglês qualificou-se em quinto lugar, mas voltou a ficar muito longe da pole, quase a um segundo de Charles Leclerc.
É verdade que depois do 13º lugar no primeiro treino livre de sexta feira é uma melhoria, mas as dificuldades em sair da zona de risco da Q1 e de ter sido oitavo na Q2, indiciavam claramente que pouco mudou face aos dois primeiros Grandes Prémios: “Comparado com ontem e com a última corrida, no meu caso, estive melhor, mas pois Jidá foi realmente difícil. Ontem foi um dia difícil, começámos com uma margem maior, mas analisámos e trabalhámos para melhorar.
Acho que hoje extraímos o máximo possível do carro. Talvez eu pudesse ter dado um pouco mais, mas quando tento o carro parece uma cascavel”, disse Hamilton que tem um carro afinado de forma diferente de George Russell de modo a que a equipa descubra o caminho, que claramente ainda não conseguiu: “temos carros ligeiramente diferentes, estamos a tentar coisas diferentes”, de modo a que a equipa tenha informações que depois sirvam para ambos. Para já e como disse George Russell: “não sabemos qual é atualmente o melhor compromisso”.










