No seu segundo ano de F1, Nicholas Latifi mostrou um bocado mais do que em 2020, e ajudou a Williams a passar do 10º com zero pontos para o 8º com 23. Aproximou-se das prestações de George Russell, mas ainda a uma considerável distância, tendo o seu ponto alto do ano na Hungria, com o sétimo lugar, numa corrida marcada por muitas desistências. Fica igualmente marcado por ter inadvertidamente despoletado o ‘caso’ Abu Dhabi, e este ano, com novos carros, tem que melhorar muito se quiser continuar a ter a confiança da equipa. Até aqui nada fez de muito especial. Latifi sabe que tem este ano de mostrar o que pode fazer e a chegada e Alex Albon traz alguma pressão. Se o tailandês começar a ter melhores prestações, a posição do canadiano fica fragilizada. Assim, é um ano de confirmações para Latifi. Terá qualidade para se manter na F1? É esta resposta que ele terá de responder.












Não acredito que chega lá. Vai ficar como um piloto simpático que passou pela F1 e que até não passou vergonhas, conseguindo ir um bocadinho pequenino além do esperado de um piloto pagante.
Até parece que o Latifi está na F1 pela “qualidade”…
Ele tem a mesma “qualidade” que tinha quando entrou, e já confirmou que só tem mesmo essa “qualidade”… essa “qualidade” tem o dom de conseguir tudo e chama-se “dollars”…
Também temos que admitir que tem uma namorada muito jeitosa (drive to survive)
Sim… sem dúvida… ela tem “qualidade” para estar no “grid” sem pagar…
PS – não tenho simpatia nenhuma por “pilotos pagantes”… parece uma maneira pouco digna de chegar à F1… e ainda tiram o lugar a outros com mais talento…