A vontade de Imola receber a F1 por vários anos mantém-se e os responsáveis do circuito querem acertar um novo acordo de três anos.
Em 2019 os responsáveis da infraestrutura admitiram publicamente a vontade de entrar no calendário da F1 a médio prazo, o que na altura parecia algo longínquo, mas a pandemia abriu uma janela de oportunidade que foi aproveitada da melhor maneira. Agora o objetivo é a manutenção no calendário e provas com público. O presidente da região Emilia-Romagna, Stefano Bonaccini, admite que gostaria que Imola ocupasse um lugar regular no horário de 2022 – e com os espectadores presentes desta vez.
“Penso em como teria sido com o público”, disse ele ao jornal Il Resto del Carlino. “Esperamos trazer o campeonato mundial de volta e com ele o público vacinado durante um par de anos – talvez três. É uma questão social, de saúde e de coesão em que estamos a melhorar”.
No entanto, Bonaccini admite que ainda não foi feito um acordo.
“Estou à espera que eles me chamem para fazer o acordo para os próximos anos. Nem todos estão tão atentos como o ministro (italiano) Luigi di Maio”, disse Bonaccini. “Eu próprio tive dúvidas, mas entendo que ele quer reconfirmar os milhões de euros todos os anos para os próximos anos”, revelou ele. “Ele quer que a F1 fique em Ímola durante mais anos, porque o grande prémio é dedicado ao ‘Made in Italy’, não apenas à Emilia-Romagna”.
Há rumores de que a Fórmula 1 está aberta a negociações, mas que a taxa anual seria de cerca de 23 milhões de euros.









