Foi aprovado pelo Conselho Mundial da FIA o novo regulamento técnico do Le Mans Hypercar. As alterações centram-se em três áreas-chave: potência, peso e controlo do desempenho aerodinâmico. Desta forma, está chancelada uma redução da potência total em cavalos-vapor de 585 kW para 500 kW (785 para 670 cv) e uma redução do peso mínimo dos carros de 1100 kg para 1030 kg. Estas alterações já tinham sido anunciadas a 11 de maio, foram agora ratificadas pelo Conselho Mundial.
A potência, o peso e o desempenho aerodinâmico dos LMH foram reduzidos para corresponder aos carros LMDh da IMSA, que também serão elegíveis para competir ao lado da LMH no Mundial de Endurance da FIA e nas 24 Horas de Le Mans, a partir de 2022.
A ideia passa por reduzir drasticamente os custos, sendo que no conselho Mundial foram também acordados os princípios gerais da convergência LMH/LMDh, incluindo um sistema de equilíbrio de desempenho. Os novos LMDh continuarão a basear-se nos quatro chassis de origem LMP2 existentes, sendo que a Ginetta não vai ser o quinto construtor.
Os carros da IMSA terão um sistema híbrido comum, no eixo traseiro, e um motor e carroçaria de marca do fabricante, enquanto os híbridos serão opcionais na LMH, onde os construtores são livres de desenvolver o seu próprio chassis.
Como se sabe, a Toyota, Scuderia Cameron Glickenhaus e ByKolles Racing Team já confirmaram o seu empenho na LMH, enquanto a Peugeot ainda não confirmou qual das duas fórmulas irá seguir, apesar de ter assegurado o seu regresso ao WEC.










