George Russell acha que a Williams precisa de ser mais “dinâmica” no seu pensamento se quiser repetir os resultados do Grande Prémio da Hungria. O estreante britânico quase conseguiu chegar à Q2, pela primeira vez este ano, com o novo pacote de actualizações da Williams a parecer dar frutos.
Mas, embora encorajado pelos passos que Williams tem dado, Russell também é cauteloso sobre as chances de uma repetição do forte desempenho, se a equipa não estiver tão aberta a tentar coisas diferentes:
“Gostaria de pensar que podemos levar isto até às próximas corridas. Não estou convencido, mas penso que só precisamos de ser mais dinâmicos para a situação e ter pensamentos menos preconcebidos de como precisamos de abordar algo ao tentar mais durante os fins-de-semana. Não tentámos coisas suficientemente diferentes, especialmente nos pneus. Devíamos ter tentado mais.”
Russell considera que o desempenho húngaro realçou o quão importantes são os pneus para o desempenho final, pois diz que há demasiados recursos a serem dedicados a eles:
“A Fórmula 1, no estado actual, com estes pneus é uma coisa muito complexa e quando se tem apenas duas oportunidades na Q1, quando a evolução da pista está a mudar tanto, temos de nos adaptar muito.”
“É um pouco lamentável em alguns aspectos, porque é uma revisão e um factor para todos os que estão na grelha. Há demasiado trabalho e recursos nestes pneus, mas do meu lado estamos focados em tirar o melhor do carro, não dos pneus.”









