O novo modelo que será usado no Campeonato IMSA norte americano, é um carro homologado pela FIA/ACO com base no regulamento LMP2 e com chassis de um dos quatro construtores homologados (Dallara, Onroak Automotive, Oreca e Riley/Multimac), mas equipado com uma carroçaria e motor homologado especificamente para a IMSA. Cada equipa teve de escolher um dos construtores homologados e comprometer-se com uma carroçaria e um motor. A diferença entre os LMP2 e os DPi reside na carroçaria e no motor. Nos primeiros cada construtor tem uma carroçaria específica (mais o kit “low downforce” para Le Mans) sem alterações e um motor Gibson V8 com eletrónica igual para todos feita pela Cosworth.
Para os segundos, a IMSA definiu certas áreas da carroçaria que as regras permitem alterar para que os construtores possam aproximar o estilo dos modelos de estrada. Estão incluídas nessas áreas a frente, os pontões laterais, as cavas das rodas traseiras. O motor é livre mas não poderá exceder os 600 CV. Além disso, consoante o construtor do motor dos DPi, há alterações nas dimensões do chassis de base e as equipas utilizam uma eletrónica diferente da normalizada Cosworth dos LMP2 usadas nos motores Gibson. Os construtores de modelos DPI (Cadillac Mazda e Nissan) podem escolher especificações alternativas para certos componentes como travões, amortecedores e jantes, que depois de submetidos à homologação da IMSA, passam a fazer parte da ficha de homologação do carro.










Na minha opinião o que é mau para estas competições é a exagerada limitação de potência aos 600 cv, que também vigorou muitos anos no mundial de Protótipos. Hoje qualquer desportivo alto ultrapassa essa potência e por muito. Acaba por ser ridículo o que se assiste no automobilismo (em quase todos os campeonatos na verdade), desde há cerca de 15 anos: os carros de competição têm os seus motores (mais ou menos) estrangulados, e são menos potentes do que o carro que está à venda no stand. Isto não faz sentido e acaba por retirar muito interesse ao publico em… Ler mais »
Não se preocupe que a potência vai ser ultrapassada de certeza porque não estou a ver como a IMSA liberaliza o desenvolvimento dos motores e ao mesmo limita a potência, não faz qualquer sentido.
Esteticamente só gosto do Mazda.
Cumps