24 Horas de Daytona: O que é um IMSA DPI?
O novo modelo que será usado no Campeonato IMSA norte americano, é um carro homologado pela FIA/ACO com base no regulamento LMP2 e com chassis de um dos quatro construtores homologados (Dallara, Onroak Automotive, Oreca e Riley/Multimac), mas equipado com uma carroçaria e motor homologado especificamente para a IMSA. Cada equipa teve de escolher um dos construtores homologados e comprometer-se com uma carroçaria e um motor. A diferença entre os LMP2 e os DPi reside na carroçaria e no motor. Nos primeiros cada construtor tem uma carroçaria específica (mais o kit “low downforce” para Le Mans) sem alterações e um motor Gibson V8 com eletrónica igual para todos feita pela Cosworth.
Para os segundos, a IMSA definiu certas áreas da carroçaria que as regras permitem alterar para que os construtores possam aproximar o estilo dos modelos de estrada. Estão incluídas nessas áreas a frente, os pontões laterais, as cavas das rodas traseiras. O motor é livre mas não poderá exceder os 600 CV. Além disso, consoante o construtor do motor dos DPi, há alterações nas dimensões do chassis de base e as equipas utilizam uma eletrónica diferente da normalizada Cosworth dos LMP2 usadas nos motores Gibson. Os construtores de modelos DPI (Cadillac Mazda e Nissan) podem escolher especificações alternativas para certos componentes como travões, amortecedores e jantes, que depois de submetidos à homologação da IMSA, passam a fazer parte da ficha de homologação do carro.
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Speedway
28 Janeiro, 2017 at 11:06
Na minha opinião o que é mau para estas competições é a exagerada limitação de potência aos 600 cv, que também vigorou muitos anos no mundial de Protótipos. Hoje qualquer desportivo alto ultrapassa essa potência e por muito.
Acaba por ser ridículo o que se assiste no automobilismo (em quase todos os campeonatos na verdade), desde há cerca de 15 anos: os carros de competição têm os seus motores (mais ou menos) estrangulados, e são menos potentes do que o carro que está à venda no stand. Isto não faz sentido e acaba por retirar muito interesse ao publico em ir ver as “grandes máquinas”, que efectivamente de grandes já pouco têm.
Certo que deva haver um limite de potência, mas era aceitável um nº na casa dos 1000cv por exemplo. Agora 600 parece-me demais. Não é aceitável. Downsizing mas não tanto ! E estes carros até são bem espectaculares de aspecto, pena o fraco coração que têm !
[email protected]
28 Janeiro, 2017 at 14:10
Não se preocupe que a potência vai ser ultrapassada de certeza porque não estou a ver como a IMSA liberaliza o desenvolvimento dos motores e ao mesmo limita a potência, não faz qualquer sentido.
Esteticamente só gosto do Mazda.
Cumps