Fábio Mota juntou-se à lista curta de portugueses que já correram no Nürburgring Nordschleife, conquistando um quarto lugar na segunda corrida do ETCC, depois de ter liderado a corrida durante duas voltas. Na primeira corrida conseguiu o sétimo posto, o que lhe garantiu mais dois pontos para o campeonato e o segundo lugar na grelha de partida para a prova da tarde, onde um excelente arranque levou-o até ao comando.
No entanto, com carros mais evoluídos que o seu – o SEAT Leon do português é a versão de 2014, ao passo que os seus adversários têm ao seu dispor carros de 2016 – o piloto de Gaia acabou por ser ultrapassado, cruzando a linha de meta num bom quarto lugar, reconhecendo que “nas longas retas do circuito acabei por ficar exposto aos ataques dos meus adversários e desci para quarto. É claro que o ideal era ficar no pódio, mas mesmo assim este quarto lugar representa uma boa estreia num circuito que é um desafio permanente”.
A sua análise desta primeira visita ao Nürburgring é que “é um traçado extremamente complexo onde é muito difícil conseguir uma adaptação rápida. Exige muito respeito e obriga-nos a abordá-lo de uma forma distinta, dado que é impossível conhecer a fundo todas as suas curvas como sucede nas outras pistas. Penso que me ajudou bastante a evoluir como piloto e deixou-me mais forte para o resto da temporada”, que continua em junho no Circuito de Vila Real.











