A FIA está aberta a tornar o som dos novos motores de Fórmula 1 mais altos e a reduzir a importância da eficiência de combustível. Após o GP da Austrália,, muitas críticas se sucederam à preocupação necessária com o consumo de combustível e ao som das novas unidades motrizes V6 turbo, substancialmente mais reduzido.
Jean Todt, presidente da entidade federativa, não deseja poupanças de combustível excessivas na F1, afirmando que “não quero ‘rodagens de economia’ na Fórmula 1. A quantidade de combustível permitida, 100 kg foi proposta pelas equipas e não é problema meu se eles querem que sejam 100 kg”. Em entrevista à televisão italiana ‘Rai’, o francês não relacionou as poupanças às poucas ultrapassagens em Melbourne, pois “nunca foi um bom circuito para ultrapassar. Estou convicto que muito em breve veremos muitas ultrapassagens”. Relativamente ao som dos V6 turbo, Todt admitiu resolver o problema de ser demasiado silencioso, referindo que “se existir um problema com isso e se as equipas aceitarem podemos procurar uma forma de os tornar mais barulhentos”.








