O FIA WTCR introduziu em 2021 um novo combustível com 15% de componentes renováveis, com o fornecedor P1 Racing Fuels a trabalhar num projeto que possa oferecer um combustível de 100% renovável, mas segundo o diretor executivo da competição, Xavier Gavory, o promotor procura uma solução híbrida, à semelhança do que acontece com outras disciplinas do desporto automóvel.
A mudança para o biocombustível foi tomada para ajudar o WTCR a reduzir a sua pegada de carbono, mas esperam-se mais mudanças no futuro, à medida que a série procura introduzir um elemento de tecnologia híbrida nos regulamentos técnicos, que pode acontecer em 2023.
“Há projetos em curso”, disse Gavory em entrevista ao AutoHebdo. “Será, num futuro próximo, uma transformação do WTCR. Não será tudo elétrico como o ETCR, mas faremos uma transição. Desde a última época, a série tem utilizado biocombustíveis, mas não é suficiente. O WTCR deverá mudar para o híbrido até 2023″.
A Fórmula 1, o WEC e o WRC são alguns exemplos de campeonatos do mundo da FIA, que utilizam tecnologia híbrida.










