O ACO não quer abusos por parte dos privados e irá penalizar quem for mais rápido que os Toyota . Os organizadores do WEC confirmaram isso, com o intuito de inibir os privados de fornecerem dados falsos em relação à performance das suas máquinas, dada a entrada de novos carros (Ginetta, Oreca e Dallara), o que colocaria em causa o EoT (Equivalence of Technology).
Na base está a seguinte regra: “Todos os concorrentes e fabricantes que deliberadamente forneceram informações erradas, tentaram influenciar o processo EoT, ou cujo nível de desempenho é superior ao resultado esperado, poderão ser penalizados antes, durante ou após uma corrida”.
As regras estabelecem uma penalização mínima de cinco minutos de paragem e pode mesmo ser atribuída uma volta de penalização no final da prova.
Vincent Beaumesnil afirmou que “a razão pela qual os não híbridos possam ser mais rápidos pode apenas ser atribuída a não terem sido fornecidos dados corretos. O que estamos a dizer é que nós estamos a dar um determinado nível de performance e se esse nível não se verificar, então fomos enganados.”
Esta é uma medida de segurança, uma vez que o EoT não pode ser alterado antes de Le Mans, o que poderia dar uma vantagem aos privados na mítica prova francesa, caso o EoT estivesse adulterado. Depois de Le Mans, o EoT poderá ser alterado, não sofrendo mais modificações até a última ronda do campeonato, as 24h de Le Mans também. O processo que poderá levar às penalizações ainda não foi esclarecido, mas a é premente a vontade de manter os LMP1 com um nível de performance equilibrado. que para híbridos e para não-híbridos.
Por outro lado não serão dadas nenhumas benesses às equipas privadas depois de Spa, se forem mais lentas que a Toyota.
A performance dos Toyota não foi alterada, tendo sido apenas diminuída a capacidade do depósito para 35Kg o que poderá equivaler a 11 voltas a Le Mans. A capacidade dos privados foi aumentada em 52.9Kg.











