A Alpine irá colocar em pista dois automóveis concebidos em torno de um chassis Oreca e, sobretudo, com um motor Alpine desenvolvido em Viry-Châtillon. Assim, toda a unidade motriz irá beneficiar da experiência adquirida na Fórmula 1.
A complementaridade entre as corridas de resistência e a Fórmula 1 são um importante trunfo do novo programa de provas de resistência da Alpine. Para além do motor, a carroçaria também beneficiará do conhecimento da equipa de Enstone na aerodinâmica, um elemento fulcral no desporto motorizado. Esta combinação de motor, chassis e carroçaria beneficiará de toda a experiência técnica da Signatech e da equipa Alpine F1, para atingir um nível de desempenho que lhe permitirá lutar pelos lugares de topo.
Philippe Sinault, fundador da Signatech e diretor da equipa, explicou que agora as ambições da equipa são ainda maiores. “A Signatech está muito orgulhosa de ter sido escolhida pela Alpine para a sua entrada na LMDh. Este desafio representa o culminar de um projeto conjunto que começou há oito anos. Mais do que nunca, temos grandes ambições e estamos felizes por levarmos a nossa colaboração para outro patamar. Após 32 anos de carreira no desporto automóvel, estou ansioso por desafiar os mais prestigiados construtores mundiais com a Alpine, uma marca que transmite paixão e que vive para as vitórias.”
Entre 1963 e 1978, a Alpine participou onze vezes nas míticas 24 Horas de Le Mans, reivindicando dez vitórias na classe e, mais importante ainda, a vitória à geral em 1978, com o Alpine A442B pilotado por Jean-Pierre Jaussaud e por Didier Pironi.
A Alpine e a sua parceira Signatech continuam a trabalhar no programa de Resistência até 2024. A marca quer continuar envolvida no Campeonato Mundial de Resistência (WEC) da FIA, com o intuito de melhor se preparar para a chegada à categoria LMDh, em 2024.











