A nova máquina da Aston Martin para a “super-season” 2018/2019 tem sido sujeita a uma bateria de testes severa, tudo para encontrar o mínimo defeito antes de fazer a sua estreia em Spa no mês de Maio. O carro já tem quase 20 mil km de testes nos mais variados circuitos e a marca mostra-se muito satisfeita com os resultados até agora.
Paul Howarth, chefe da equipa, foi a voz do optimismo da Aston, em declarações à Sportscar365:
“Os testes deram muita confiança à equipa técnica. Não importa quão bem um carro tenha sido projectado, haverá sempre algo que nos possa dar uma surpresa desagradável, mas estamos confiantes que temos um pacote muito fiável. Os Dezoito meses que passamos no design do carro foram aplicados em todos os componentes e cada parte passou por um processo de teste muito rigoroso, Continuamos a preparação da primeira corrida assim como das 24h de Le Mans.”
A equipa espera poder conseguir um lugar no top4 na primeira corrida do ano, em que espera estar ao nível dos adversários, mas a introdução do novo M8 GTE e da evolução do 488 da Ferrari implica que qualquer esforço para tentar perceber qual será a ordem entre as várias marcas é em vão.
“Não acredito que se possa antecipar um vencedor em qualquer uma das corridas este ano. Seria óptimo ver todos os fabricantes em disputa até ao final das corridas. Se isso acontecer, tal como no ano passado, será muito bom para o campeonato.”
A equipa estará presente no Prologue e fará as 30horas do testes, juntamente com a BMW e a Porsche:
“Às vezes é bom do ponto de vista da preparação ter já algumas corridas feitas, mas iremos estar no Prologue como se tratasse de um fim de semana completo, para compensar essa situação. Vamos trabalhar na estratégia nas paragens. Vamos treinar bastante a nossa estratégia nas boxes pois não queremos perder demasiado tempo aí. Fomos a equipa mais rápida em Le Mans e é esse nível que procuramos com este novo carro.”
“Quero testar os pilotos e a equipa, fazendo coisas como fazer pit stops em momentos diferentes. É importante manter nossa própria equipa e as outras equipas na dúvida, pois essa é a melhor maneira de nos mantermos concentrados e pressionar. Por fim, queremos estar fortes e fiáveis. Queremos que os adversários olhem para nós e contem connosco para a luta.”











