Foi um fim de semana negativo para António Félix da Costa e para a tripulação do Oreca #38 da JOTA. Apesar do excelente ritmo demonstrado e da grande recuperação que AFC estava a fazer, o esforço foi inglório.
Mais uma vez o carro do português manteve-se sempre discreto nos treinos, já um hábito, mas na qualificação Anthony Davidson talvez tenha sido prejudicado pelo incidente com o carro #28 e por isso não conseguiu uma melhor posição de largada. Mas na corrida, depois do turno de Roberto Gonzalez, Félix da Costa estava com “a corda toda” a recuperar e já perto dos lugares da frente, até que um problema eletrónico deitou por terra todo o esforço do piloto luso. Não foi um turno de condução isento de erros por parte de AFC, algo raro, mas não foram erros comprometedores, até porque isso não o impediu de chegar aos primeiros lugares.
No final a desilusão era evidente, mas o otimismo também, pois o ritmo mostrado hoje deixa boas indicações para Le Mans:
“Hoje foi um dia para esquecer. Estávamos bem, tínhamos recuperado até ao segundo lugar, mas o carro teve um problema eletrónico e tivemos de parar e praticamente desistir. Não é o ideal, pois estávamos em segundo a lutar pela vitória, mas as corridas são assim. Le Mans é a próxima, aqui no WEC, e continuamos confiantes, pois estávamos muito rápidos hoje como tal cabeça erguida.”












Quando eu já por diversas vezes referi que os 2 melhores pilotos portugueses da actualidade são o Filipe Albuquerque e o Ávaro Parente (que é feito dele este ano?), e não íncluo o AFC, é por isso mesmo, por corridas que ele faz por vezes, como a de ontem em Monza. A consistência dos dois primeiros, por vezes torna~-se numa série de percalços e erros por parte deste último. Ontem foi realmente um dia disparatado da parte dele.