Depois de ter terminado num distante terceiro lugar, apenas possível com a desclassificação do Toyota nº5 na última volta da corrida, o brasileiro Lucas di Grassi descreveu como “horrível” a prestação da Audi nestas 24 Horas de Le Mans, mesmo que o resultado signifique que a Audi nunca tenha terminado abaixo do pódio desde a estreia na mítica prova.
“Foi uma corrida horrível para nós. Terminar no pódio é um bom prémio, mas este desempenho não é a Audi, com as vezes que tivemos que ir às boxes, reparações que tivemos de fazer, e o tempo em que estivemos parados. Temos de melhorar muito. Precisamos de bater os outros em pista”, disse o colega de equipa de Loic Duval e Oliver Jarvis.
Uma mudança do turbo no carro nº7 e um problema com um disco de travão no carro nº8 foram os maiores problemas da marca dos quatro anéis, entre outras visitas à garagem:
“Temos muito trabalho de casa. A Toyota melhorou e a Porsche mostrou a sua rapidez. Apenas tivemos andamento durante alguns momentos, e sofremos com demasiadas falhas. O pódio prova que continuamos a lutar independentemente das dificuldades, mas temos que voltar mais fortes”, disse di Grassi. O colega Loic Duval concordou com a análise: “A lista é demasiado longa do que não correu bem para nós. Faltou-nos velocidade, e não acreditávamos que isso aconteceria. Tivemos demasiados problemas técnicos. Não queremos vir aqui para estar no pódio, estamos aqui para vencer, portanto é difícil lutar desta forma”, concluiu.










