Devido a constrangimentos financeiros, a temporada de 2022 da W Series terminou sem a realização das duas últimas rondas. A competição de monolugares exclusivamente feminina confirmou que não irá competir em Austin e na Cidade do México, as rondas que faltavam disputar.
Em comunicado, pode ler-se que a série não recebeu financiamento de um investimento recentemente contratado, forçando-o a reduzir a campanha de 2022.
“Como confirmado durante o mais recente evento da W Series no Circuito de Marina Bay, em Singapura, de 30 de setembro a 2 de outubro, prova de suporte ao ‘Grande Prémio da Fórmula 1 Singapore Airlines 2022’, o financiamento necessário devido ao negócio de um recente investimento contratado não foi recebido, forçando as três corridas restantes do calendário de 2022 a ficarem em dúvida”, diz o comunicado, que confirma que “desde então, foi tomada a decisão de se concentrar no processo de angariação de fundos a longo prazo para permitir a longevidade e a saúde financeira da W Series para além de 2023, e permitir a redução de custos através do cancelamento das restantes corridas em Austin e na Cidade do México”.
Em termos desportivos, o fim prematuro da temporada 2022 significa que Jamie Chadwick é coroada vencedora da W Series pela terceira vez.












Infelizmente, está a pagar o preço de ser a competição motorizada mais justa que há. Além de todos os carros serem rigorosamente iguais e os engenheiros irem rodando de piloto, para entrar na competição o requisito é única e simplesmente o talento que demonstram nas provas de selecção. O único gasto que cada piloto tem, é ir de sua casa ao aeroporto mais próximo. A partir daí, todo e qualquer gasto com viagens, estadia, alimentação e equipamento, é por conta da organização. Um verdadeiro exemplo para qualquer formula de promoção, dar lugar aos mais talentosos e não com melhor mala… Ler mais »
A W Series faz-me lembrar a A1GP: grandes objetivos, muito dinheiro … mas ninguém sabe donde ele vem. Parecia inevitável que mais tarde ou mais cedo este seria o fim (espero que não seja, que ainda alguém sério entre com dinheiro).
Se ficar pelo caminho, fica ingloriamente, sem cumprir o seu objectivo: em 3 anos não lançou nenhuma piloto no cenário internacional.
Se falar em F1, 2 ou 3, (ainda) não, mas já relançou a carreira a várias pilotos, que estavam sem apoios, em resistência e turismos