Numa ano em que Henrique Chaves está a fazer a sua estreia nos monolugares, na Fórmula Renault 2.0, depois de uma carreira bem sucedida no karting – modalidade a que contínua ligado, estando a realizar o campeoanto de espanha – o AutoSport esteve à conversa cvom o piloto que nos explicou as principais diferenças entre estas duas realidades.
O piloto português afirma que “na travagem é sobretudo a área em que há maior diferença. Quando se trava no monolugar temos que fazer uma travagem ao máximo no primeiro instante, e depois ir reduzindo a pressão da travagem, enquanto no kart é quase o oposto, temos que inicialmente travar para estabilizar o kart, devido à velocidade, e depois temos que aplicar mais força para aí o travarmos mesmo e conseguirmos fazer a curva”, explicou.
A par disso o piloto salientou o facto de “nos fórmulas vou completamente deitado, o ponto mais à frente que vejo são cerca de 30 a 40 metros, tenho que usar os espelhos e por vezes com a vibração eles mudam um pouco de poisção e o ângulo morto trai-nos um pouco, há alguns pequenos toques durante as ultrapassagens que são difíceis de controlar, devido à pouca visibilidade (…). No kart posso virar a cabeça e ver quem está ao meu lado”.
Entre as várias variáveis existentes, Henrique Chaves destaca também a aerodinâmica. “Na Fórmula Renault temos asas e apoio aerodinâmico que no kart não temos, ou pelo menos não nos apercebemos. Na Fórmula Renault temos uma asa dianteira e outra traseira e na carga máxima atinge os 300 kg de apoio aerodinâmico, enquanto no kart não há uma estimativa”, finalizou.










