Depois de dominar as duas rondas inaugurais do Mundial de Carros de Turismo, a Citroen chega à terceira prova com a confortável liderança dos Mundiais de Pilotos e de Construtores. Hungaroring será uma pista diferente das já visitadas este ano (Marraquexe e Paul Ricard), mas a motivação para continuar a vencer mantém-se.
Yves Matton, chefe de equipa da Citroen Racing, começou por fazer um balanço da época até agora, dizendo que “a equipa se adaptou muito rapidamente a esta nova disciplina e os nossos três pilotos venceram regularmente corridas. Nenhum deles tem realmente vantagem sobre os seus colegas e este sentido de espírito de equipa continua intacto”.
Num circuito famoso, que alberga a Fórmula 1 desde 1986, Sébastien Loeb mostrou-se ansioso referindo que “disseram-me que a atmosfera é incrível”, tendo já competido em Hungaroring num F3000 e no Citroen C-Elysée WTCC no ano passado, ainda na fase de desenvolvimento. Já José-María López regressa ao traçado de Budapeste depois de lá ter pilotado nas GP2 Sereis em 2006, mostrando-se motivado com a possível afluência de público comentando ainda que “é um circuito com muitas curvas, por isso os nossos pneus vão sofrer e precisamos de os gerir atenciosamente”. Yvan Muller tem vencido sempre em Hungaroring desde 2011, primeiro ano em que o WTCC visitou a pista magyar pela primeira vez.











