O piloto português da Carlin, arrancou de quinto, e na curva do Hotel Lisboa já tinha ganho uma posição. Pouco depois, a corrida foi interrompida para a remoção de dois monolugares acidentados e quando o Safety Car saiu o piloto luso suplantou um adversário, ascendendo à terceira posição.
Contudo, duas voltas depois, o autor da pole, Raffaele Marciello (Prema Dallara-Mercedes), que partiu mal e caiu para quinto, iniciou uma boa recuperação, e suplantou o piloto português na travagem para a curva do Hotel Lisboa à quinta volta, percebendo-se claramente que o português não tinha motor para suster atrás de si os mais rápidos pilotos equipados com o propulsor da Mercedes.
Nessa altura, era Felix Rosenqvist (Mucke Dallara-Mercedes) o líder, mas pouco depois, Alex Lynn (Prema Dallara-Mercedes) passou para a frente da corrida de qualificação e de lá não mais saiu até final. Rosenqvist foi segundo, a quase dois segundos e meio, terminando na frente de Raffaele Marciello (Prema Dallara-Mercedes), que à quinta volta passou António Félix da Costa, que caiu para quarto, posição onde terminou a corrida. Apesar de se ter mantido muito perto do italiano protegido da Ferrari, nunca esteve em condições de o passar.
Esta corrida delineava a grelha de partida para a corrida principal, que se realiza amanhã, domingo, às 7h30 hora de Portugal e terá transmissão televisiva através da TVI24. A tarefa de Félix da Costa não será fácil, mas o quarto lugar permite-lhe acalentar fortes esperanças de obter um grande resultado, e mesmo a vitória, já que a corrida é longa e caso se consiga manter no cone de aspiração do adversário à sua frente, as longas retas do traçado da Guia permitem compensar em aspiração a potência que o seu motor VW não tem face aos Mercedes, já que não é coincidência ter três pilotos com esse propulsor alemão à sua frente. Nas sete primeiras posições da qualificação, seis eram motores Mercedes. Adivinhem qual é o único Volkswagen…










