A Pandemia trouxe muita coisa má, que teríamos dispensado sem pensar duas vezes, mas trouxe também novos hábitos positivos, em especial no desporto motorizado. Um deles foi o cuidado das organizações das provas nacionais em oferecer transmissões em direto das provas, usando as plataformas digitais.
O problema da falta de público e de visibilidade fica resolvido, sem terem de esperar pelo interesse dos canais de . Desde a velocidade aos ralis, com mais ou menos qualidade, temos visto um aumento neste tipo de iniciativas, que já proporcionaram transmissões de grande qualidade como tivemos no Rali Serras de Fafe (ERC) e no último fim de semana no Rali VIdreiro (CPR). Nem sempre é fácil arranjar os meios para fazer este tipo de trabalho, mas a mais valia é clara e basta ver as estatísticas das visualizações para entender que este é o caminho e que não são estas transmissões que vão fazer diminuir o público que vai ver ao vivo.
Quem quer e quem gosta, não troca as sensações de ver as máquinas a passar perto de si pelo conforto do sofá. Quem não pode ir, tem uma forma de ver e dar asas à sua paixão. Ganha o público, ganham as organizações, equipas e pilotos, com mais exposição mediática. Era um caminho há muito pedido, que finalmente começa a ganhar força no nosso país.











