Recentemente a Wayne Taylor Racing anunciou uma parceria com a Andretti Autosport, com as duas estruturas a unirem esforços no Campeonato IMSA, na nova categoria GTP que irá receber os novos LMDh. Wayne Taylor explicou o que motivou esta parceria.
Muito se tem falado da complexidade dos novos GTP, com o sistema híbrido a dar dores de cabeça a equipas que antes estavam habituadas a trabalhar com máquinas “à antiga” sem sistemas elétricos complexos. Foi essa complexidade que motivou a necessidade da WTR em associar-se à Andretti:
“Michael [Andretti, fundador da equipa] abordou-me no início do ano sobre fazer algo em conjunto e eu não estava realmente interessado”, disse Taylor ao autosport.com. “Mas continuámos a falar e foi quando começámos a testar o novo carro que me apercebi do nível de recursos que este programa iria precisar. Estes são carros complexos e comecei a compreender que precisaríamos de mais recursos técnicos do que temos de enfrentar equipas como Penske e Ganassi. Senti que precisava de um parceiro que tivesse os recursos de que não temos para construir a equipa e dar-lhe um âmbito mais alargado neste momento emocionante. Temos um contrato para gerir uma equipa de dois carros no próximo ano e encontrar pessoal neste momento é realmente difícil, pelo que fazer parte de uma grande organização vai permitir-nos construir até dois carros muito mais rapidamente do que se estivéssemos por nossa conta”, disse ele.
Wayne Taylor confirmou que se vai manter ao leme da equipa, mesmo quando esta se mudar para as novas instalações da Andretti e realçou o desejo comum de ir a Le Mans, o que deverá agradar a Filipe Albuquerque, piloto da WTR que já lamentou publicamente a postura da Acura que não pretende competir em Le Mans a curto prazo. Com o apoio da Andretti, esse desejo poderá tornar-se realidade mais rapidamente.













