João Barbosa já venceu as 24 Horas de Daytona em 2010 e foi segundo em 2015, por isso sabe o que custa triunfar na grande catedral da velocidade norte-americana e a mais longa corrida de automóveis nos Estados Unidos.
Para além de um plantel fortíssimo e adversários de respeito, o piloto português não esquece que se trata da primeira vez que alinha aos comandos do novo Cadillanc DPi-V.R. Um carro que mais se aproxima dos sport-protótipos com que competiu na Europa, nomeadamente nas 24 Horas de Le Mans, mas do qual nem ele nem a equipa Action Express Racing possuem muita experiência, excetuando aquela adquirida durante os sempre curtos testes realizados no começo deste mês.
Para João Barbosa, que vive na Florida, é como “estar de volta a casa”, mas não tem dúvida do desafio que o espera. Ou melhor, não sabe bem o que esperar desta grande corrida. “Este ano as 24 Horas de Daytona vão ser imprevisíveis. Protótipos novos e a maior parte das equipas recebeu os carros bastante tarde. Por isso o tempo de testes e para conhecer o carro foi escasso”, afirma o piloto portuense. “A grande incógnita vai ser a fiabilidade. A nossa equipa tem feito um excelente trabalho com o Cadillac no pouco tempo que tivemos, mas esperamos fazer uma boa corrida”, acrescenta João Barbosa.
Nuno Barreto Costa











