Filipe Albuquerque concluiu a sessão de testes conjuntos que decorreu em Daytona, com vista à preparação da época 2023 e, mais especificamente, das 24h de Daytona. O piloto português esteve ao serviço da WTR, com o novo Acura ARX-06 e o feeling de Albuquerque mantém-se muito positivo.
Depois de dois dias no mítico traçado americano, Albuquerque, juntamente com Ricky Taylor e Louis Deletraz, falou ao AutoSport e explicou os desafios que encontrou e o que sentiu ao volante da nova máquina. Há ainda muita coisa a desenvolver e a melhorar, mas há motivos para estar satisfeito. No entanto, a corrida de Daytona, será de sobrevivência e a fiabilidade terá um peso muito importante no primeiro grande desafio destes novos carros:
“Continuo com um bom feeling. Continuamos a evoluir o carro e há ainda muita coisa para melhorar. Nem é muito a parte mecânica, mas sim mais as questões de software. Os carros são muito complicados, a parte hibrida é uma componente onde ainda há muito por onde explorar e por vezes, nas tentativas de exploração, encontramos alguns problemas que nos atrasam. Mas isso aconteceu a toda a gente. Ouvi dizer que a Porsche teve problemas com o acelerador, que é eletrónico, a Cadillac ficou com o “carro vermelho” que é quando não podemos tocar no carro, apenas com proteção para evitar descargas. Tivemos os nossos pequenos problemas, mas acho que é de salientar as poucas voltas que foram dadas. Para dar um exemplo, a primeira sessão da manhã começou as 9 e as 10 e meia não havia um único LMDh em pista. No segundo dia já vimos mais carros em pista e é algo que faz parte nesta fase.
É muito difícil saber o andamento de cada um, porque não sabemos quanto os outros ainda têm no bolso. Nós, a WTR, fomos sempre os mais rápidos, com vantagem de três ou quatro décimos em média. Para já estou contente, mas vai ser claramente uma corrida de resistência em relação à fiabilidade e não uma corrida como nos temos habituados, em que foco estava apenas na performance. “











