Filipe Albuquerque e Ricky Taylor enfrentaram uma prova difícil na quarta jornada do Campeonato Norte Americano de Resistência, em Laguna Seca. Apesar de conquistarem a melhor qualificação da época com o quarto lugar e acreditarem na possibilidade de lutar pelo pódio, a corrida revelou-se complicada. A dupla do Cadillac #10 terminou na oitava posição, após uma prova intensa e exigente.
O arranque revelou-se logo complicado para Ricky Taylor e daí em diante os pilotos tiveram uma árdua tarefa numa corrida que foi muito disputada e onde os toques protagonizaram momentos de alguma ansiedade: “Outra vez uma corrida difícil. O arranque não correu bem. Depois tivemos de parar mais cedo que o normal devido à pressão baixa dos pneus. Isso obrigou-me a entrar no carro mais cedo do que era suposto e baralhou toda a estratégia. Perto do final da corrida tive de fazer um ‘pit-stop’, perdi imenso tempo e lugares em pista. Foi assim o cenário de prova”, começou por referir Filipe Albuquerque ciente que estão melhores em termos de andamento mais ainda muito longe dos pilotos da frente.
“Quer queiramos, quer não, o ‘balance of performance’ imposto pelo campeonato é altamente penalizador para os Cadillac e acredito que isso acabe por ser revisto dentro em breve. Os Cadillac ficaram em termos de classificação todos seguidos, o que demonstra as limitações do nosso carro. Vêm agora corridas importantes, em Detroit, a ‘casa’ da Cadillac e depois Le Mans. Temos de continuar a trabalhar afincadamente para fazermos o melhor que conseguimos com as limitações que o nosso carro tem”, rematou o piloto de Coimbra confiante numa mudança radical nos próximos tempos.
Em termos de campeonato, Filipe e Ricky Taylor ocupam a sétima posição da classificação geral. A próxima jornada do IMSA acontece a 30 e 31 de maio em Detroit.










