A segunda corrida do IMSA Sportscar Championship, a edição 70 das 12 Horas de Sebring, terminou esta madrugada com Filipe Albuquerque e os seus companheiros de equipa na Wayne Taylor Racing – Ricky Taylor e Will Stevens – no quarto posto da classificação geral depois de uma penalização de 30 segundos os ter arredado da luta pelo vitória.
Mais uma vez, Sebring não sorriu ao piloto português este fim de semana. Albuquerque liderou grande parte da prova e tudo indicava que estaria na luta pelo lugar mais alto do pódio. No entanto, uma penalização de 30 segundos num dos ‘stints’ de Stevens por falhar a leitura de saída do ‘pitlane’, colocou o trio do Acura no meio do pelotão.
No final, Filipe estava satisfeito com o trabalho feito em pista, mas desiludido com o desfecho final: “Este fim de semana as corridas não estavam do meu lado e os resultados ficaram longe do ambicionado, pese embora tenhamos estado na liderança das provas grande parte do tempo. Mas temos de saber lidar com estas adversidades. A corrida foi difícil, já estávamos à espera, mas depois da penalização, a cerca de quatro horas do final, tudo se complicou”.
Contrariamente ao que é habitual nestas provas, e neste circuito em particular, com tantos carros em pista, não existiu uma situação de bandeira amarela que permitisse unir o grupo. “Por incrível que pareça, com tanto tempo de prova ainda pela frente, não estávamos à espera que não houvesse bandeiras amarelas. E não havendo, recuperar o tempo perdido era muito difícil quando os andamentos estão tão próximos. Foi o que nos aconteceu, é frustrante!”, explicou o piloto português.
Em termos de campeonato, Albuquerque e os seus companheiros de equipa ocupam a segunda posição. “Vamos ter de continuar na luta e montar o ‘ataque’ ao primeiro lugar”, concluiu o piloto.
A próxima jornada do IMSA terá lugar de 8 a 10 de abril em Long Beach.
Foto: JB Photopress/José Bispo










