George Russell pediu à Mercedes que resolva os problemas de degradação dos pneus identificados no primeiro dia de treinos na Malásia. O britânico terminou o segundo treino livre em sétimo, com a Mercedes a ficar longe dos primeiros lugares.
O regresso da Fórmula 1 a Sepang foi marcado por dificuldades generalizadas na gestão dos pneus. A superfície abrasiva do asfalto e a elevada temperatura da pista tornaram o dia de treinos exigente para todas as equipas, com condições semelhantes previstas para o resto do fim de semana.
Russell considerou que a degradação representa neste momento o principal desafio. “Antes de mais, foi ótimo conduzir no circuito pela primeira vez; nunca tinha aqui conduzido. Com estas condições, há uma enorme degradação dos pneus. Por isso, essa é a questão que se sobrepõe a tudo o resto para todos neste momento, e temos simplesmente de tentar controlá-la.”
A Mercedes levou à Malásia um pacote substancial de atualizações e continua a avaliar o comportamento dos novos componentes. No entanto, Russell rejeitou que a posição mais baixa da equipa na tabela de tempos fosse uma consequência direta dessas alterações. O piloto explicou que é difícil separar o desempenho puro do efeito de novas peças quando são introduzidas num circuito.
Russell atribuiu o cenário à falta de uma afinação adequada para colocar o carro na janela ideal de funcionamento, e não às atualizações. “Não temos simplesmente o carro afinado na janela certa; isso não tem nada a ver com as atualizações. Temos apenas de trabalhar um pouco durante a noite para tentar melhorar a situação dos pneus.”
Na sua leitura da concorrência, Russell apontou Max Verstappen como o mais rápido em volta lançada e a McLaren como a mais competitiva nos stints longos.
Foto: MPSA








