O novo campeão dos monolugares elétricos concretiza finalmente o seu sonho de chegar ao título à terceira tentativa, que vê como o fim de uma ‘travessia no deserto’. Aos 32 anos e depois de alguns revezes, com foi o fim da sua carreira como piloto da Audi no Campeonato do Mundo de Endurance, Lucas di Grassi chegou ao Canadá com o propósito firme de agarrar um campeonato que lhe escapou por duas vezes. Mas a sorte desta vez mudou, e o brasileiro agarrou a oportunidade com ‘ambas aos mãos’.
O título foi como uma espécie de peso que saiu dos ‘ombros’ a Di Grassi, que em Montreal, e depois de uma derradeira corrida da temporada de muita tensão (e pressão), pôde finalmente dar largas à sua alegria. “Esta jornada começou há três anos, quando começamos a temporada um. Tivemos muitos bons resultados, cheguei a Londres para lutar pelo campeonato, apesar de ser desclassificado de uma vitória”, começou por dizer o brasileiro.
“Na segunda época foi a mesma situação. Novamente fui desclassificado de uma vitória e agora, finalmente, cheguei aqui sem ser favorito, 10 pontos atrás e tive de conter os nervos e ficar calmo e fazer o trabalho”, referiu também Di Grassi. “Hoje consegui terminar. Estou contente pela equipa, por toda a gente na Abt Schaeffler Audi Sport. Eles merecem-no. Posso dizer que esta foi a época mais difícil. Tive de fazer uma corrida com um osso partido. Tive a sorte em algumas corridas, em Hong Kong e México, por exemplo, por isso julgo que este foi o nosso ano e é extremamente satisfatório poder agora celebrar”, rematou o piloto brasileiro.









