Depois de um arranque dececionante, António Félix da Costa está de regresso à ação para a segunda jornada da Fórmula E, jornada dupla, com duas corridas no fim de semana.
O Circuito de Diriyah, localizado nos arredores da capital saudita, Riade, é um circuito urbano que serpenteia ao longo das históricas muralhas da cidade, reconhecidas como Património Mundial da UNESCO.
A desafiante pista é uma das preferidas pelos pilotos e figura entre os circuitos mais exigentes do calendário, requerendo um equilíbrio preciso na gestão de energia e no ritmo da corrida. Surpreendentemente, as ultrapassagens nunca foram um desafio para os pilotos.
A Arábia Saudita é anfitriã das únicas corridas noturnas do Campeonato Mundial de Fórmula E da ABB FIA. O circuito é iluminado por tecnologia LED energeticamente eficiente em toda a extensão, destacando os halos de néon dos 22 carros de corrida GEN3 da Fórmula E. A iluminação LED, alimentada por geradores de biocombustível de fontes sustentáveis, reduz o consumo de energia em até 50% em comparação com as unidades não LED.
Félix da Costa explicou um pouco do desafio que tem pela frente:
“Por ser uma corrida noturna, os treinos e a qualificação são feitos durante o dia e a corrida é feita à noite. As temperaturas mudam, bem como a superfície da pista, com a areia a ser removida. As perceções também se alteram com a mudança das sombras. É preciso um pouco de adaptação e treino para os olhos, mas adoro as diferentes variáveis e cria definitivamente um melhor espetáculo para os fãs. É muito fixe correr ali e é ótimo ver, especialmente à noite”.










