A Fórmula E tem também um grande desafio pela frente. A competição 100% elétrica tem como palco circuitos citadinos o que complica ainda mais a tarefa dos organizadores.
As restrições aplicadas pelos vários governos colocam grandes entraves à organização de uma competição que decorre no meio de grandes centros urbanos. A hipótese de terminar a época em circuitos está a ser ponderada também. Alejandro Agag defende que a Fórmula E, tal como a F1 está a tentar fazer corridas à porta fechada e tentará seguir o modelo que o Grande Circo está a adotar
“Vamos tentar a mesma coisa. Vamos tentar colocar algumas corridas a portas fechadas”, disse o espanhol à Reuters.
“Vamos tentar fazer pelo menos mais duas ou três corridas em circuito fechado. Acho que isso deve ser possível no mês de agosto. Mas, novamente, quem sabe?”, Explicou Agag. “Acho que 90% das provas serão na Europa. Ainda temos uma opção fora da Europa que estamos a analisar, que ainda está viva, mas decidiremos mais tarde. As fronteiras estarão abertas? Ainda não sabemos. Não sabemos como irão evoluir os períodos de quarentena nos vários países. Tentaremos fazer o que a Fórmula 1 está a fazer, mas não tenho certeza se é exequível”.
A Fórmula E tem já quatro corridas adiadas (Roma, Paris, Seul e Jacarta), havendo ainda mais três fins de semana (Berlim, Nova Iorque e Londres) que aguardam decisão. A Fórmula E poderá condensar o que falta do seu calendário e ter ainda um campeonato representativo. Mas o desafio logístico mantém-se.











