O responsável pela Fórmula E, Alejandro Agag, disse que a competição “precisa” de ter um piloto japonês para ajudar a divulgar o campeonato nesse país. O Japão é um dos principais mercados de veículos elétricos e não teve nenhum piloto a tempo inteiro na Fórmula E. Takuma Sato e Sakon Yamamoto participaram num e em duas corridas, respectivamente, na temporada inaugural, e Kamui Kobayashi correu em Hong Kong na quarta temporada, mas sob uma licença monegasca.
A partir da quinta temporada, a Fórmula E tem um fabricante japonês com a entrada da Nissan, que substitui a Renault, mas os pilotos serão Alexander Albon e Sébastien Buemi.
“Eu quero um piloto japonês. Acho que precisamos de um. A Nissan não tem a responsabilidade de ter um piloto japonês, qualquer equipa pode ter. Precisamos de pilotos dos diferentes mercados, e o Japão é um grande mercado para carros elétricos, e acho que podemos crescer lá. Mas, se não tivermos uma estrela japonesa, isso será muito difícil”, disse o espanhol.
Tóquio e Yokohama já foram possibilidades de receber corridas, mas a Fórmula E continua sem qualquer corrida em solo nipónico. Agag disse que, atualmente, não é uma tarefa fácil levar a competição às ruas do Japão.
“É muito complicado porque a polícia é muito restritiva no Japão e é muito difícil fazer uma corrida”, explicou Agag.









