Na sua nova equipa, o objectivo traçado é simples… ser campeão:
“O objectivo passa, mais uma vez, por lutar pelo campeonato como fiz este ano. Espero ter armas melhores para o fazer, mas a verdade é que quando uma equipa ganha duas vezes seguidas, torna-se no grande alvo a abater. Está toda a gente a trabalhar no duro para nos superar. Vai dificultar o nosso trabalho, mas a equipa tem uma mentalidade vencedora bem vincada, eles estão ali apenas com esse objectivo.”
A entrada para a equipa do bi-campeão poderia fazer pensar que o português iria assumir um papel secundário, mas numa fase inicial não haverá pilotos prioritários:
“Numa fase inicial não há prioridade para ninguém. Claro que numa fase mais avançada, dependendo das posições de cada um, poderá ter de haver cedências, mas se for o Vergne na frente a meio do campeonato, terei todo o gosto em ajudar, quer a ele quer à equipa, para atingirmos os objectivos pretendidos. Mas nesta fase não há nada disso e vou para lutar pelo título.”
Quanto à pressão da mudança, Félix da Costa acredita que o foco estará noutros intervenientes pelo que se irá focar em fazer o seu trabalho e tentar estar no topo:
“Não há mais pressão. O Vergne terá mais atenção sobre ele, há a entrada da Mercedes e da Porsche… há muita coisa a acontecer, eu só tenho de me focar no meu trabalho e garantir os melhores resultados possíveis.“

O português ainda não teve contacto com a sua nova equipa, algo que irá acontecer em breve:
“Ainda não tive contacto com a equipa técnica. Estou impedido de o fazer até uma determinada data que não posso revelar, mas não falta muito. Mas ainda não vi nem as instalações nem o carro. Vou testar antes dos testes cojuntos em Valência.“
“Estou numa fase um pouco estranha pois não estava tanto tempo seguido em casa há muito tempo. “










