Fábio Mota concluiu a temporada na Taça Europeia FIA de Carros de Turismo – ETCC com um sétimo lugar na segunda corrida do fim de semana no Autódromo de Most. O piloto português garantiu o sexto lugar na grelha de partida, mas a sua prestação na corrida acabou por ficar condicionada por um episódio inesperado, pois foi penalizado com uma passagem pelas boxes, devido a uma infração ainda em pleno ‘grid’ antes da largada para a prova da véspera, quando o seu SEAT Leon permaneceu nos macacos hidráulicos para além do período permitido. Como Fábio não viu a bandeira preta e branca, acabou por ser desclassificado. O que o obrigou a arrancar para a segunda corrida da última posição da grelha de partida.
Apesar do handicap, Fábio Mota fez uma prova completamente ao ataque, e do 14º posto conseguiria chegar ao sétimo posto, pois já não havia tempo para ir mais longe. Uma prova que apesar da sua prestação, o piloto considera ter ficado marcado pela deceção do confronto de sábado: “Apesar do carro não estar muito eficaz – tinha dificuldades em inseri-lo na curva. Consegui atacar e andar num ritmo forte, recuperando posições e tempo para os pilotos que terminaram à minha frente. Não foi o resultado que ambicionava, mas tendo em conta as circunstâncias foi uma boa corrida”. O piloto português admite que não foi bem aquilo que ambicionava e de acordo com o andamento evidenciado, como o confirmou a recuperação que efetuou: “Os resultados ficaram aquém do ritmo que demonstrámos. Muito embora desconhecesse o circuito e tivesse perdido importante tempo de pista logo na sexta-feira. A segunda corrida evidenciou que poderíamos estar na luta pelos lugares do pódio, se não tivéssemos arrancado da última posição”.










