Filipe Albuquerque queria mais da sua participação nas 4 Horas de Monza. Na primeira prova do ELMS tinha ganho e esperava que na ‘Catedral da velocidade’ ele e os seus companheiros de equipa na United Autosports – Will Owen e Hugo de Sadeleer – fossem pelo menos ao pódio. Só que houve algumas condicionantes a justificar a sexta posição obtida.
Em primeiro lugar o Ligier JSP217 # 32 não estava nem pouco mais ou menos nas mesmas condições que estava na qualificação. “Tornou-se muito difícil de pilotar”, confessa Albuquerque. “O compromisso que optámos para a prova não estava, de perto nem de longe, competitivo que permitisse discutir os lugares da frente. Foi uma verdadeira luta”, explica o piloto português.
Apesar das dificuldades também pesaram no resultado algumas opções da equipa, que fez perder tempo em alturas decisivas da prova. “Quando entrei em pista para o último ‘stint’, percebi que ia ter de sobreviver com o carro que tinha nas mãos. Foi o que fiz o tempo todo: remar contra a maré”, desabafa Albuquerque. Não foi no entanto uma corrida perdida porque aprendemos muito, sobretudo o caminho que não devemos seguir. Agora é focar na próxima”, acrescenta o piloto de Coimbra.









