A estrada abre portas esta quinta-feira, 30 de julho, à 67ª edição do Rali da Madeira. Organizada desde 1959 pelo Club Sports da Madeira e com direção de Filipe Sousa, a prova pontua para o FIA European Rally Trophy e para os campeonatos português e madeirense. Com 86 equipas inscritas de elevado nível competitivo, a caravana prepara-se para três dias de intensa emoção nas estradas da ilha.
Percurso exigente e meteorologia favorável
O rali apresenta uma extensão total de 801,12 quilómetros, dos quais 202,52 quilómetros são divididos por 15 provas especiais de classificação ao longo de duas etapas. O programa arranca de manhã com o Shakedown, culminando ao final da tarde com a super-especial na baixa do Funchal.
As previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera antecipam boas condições meteorológicas para a prática da modalidade e para o numeroso público esperado, apontando para céu parcialmente nublado e vento fraco a moderado, com temperaturas estáveis e chuva improvável nas principais zonas do percurso.
Luta intensa pelos lugares cimeiros
A lista de inscritos promete uma intensa batalha pela vitória, reunindo figuras internacionais e nacionais de relevo. O alinhamento conta com Diego Ruiloba, vencedor das duas últimas edições, Giandomenico Basso, tetracampeão da prova, e o consagrado piloto mundialista Kris Meeke.
A discussão pela liderança estende-se às estrelas do campeonato nacional e aos consagrados especialistas locais. Alexandre Camacho, recordista de triunfos na prova, lidera um contingente madeirense que inclui nomes como Miguel Nunes, João Silva e Miguel Caires.
O evento encerra no sábado, 1 de agosto, com a cerimónia de entrega de prémios marcada para as 19:30 na Avenida do Mar e das Comunidades Madeirenses, consagrando os vencedores desta emblemática festa do desporto motorizado.
Um Rali da Madeira renovado
O Rali da Madeira 2026 apresenta um figurino profundamente renovado. Com um total de 15 provas especiais de classificação e cerca de 205 quilómetros cronometrados, a ação arranca na quinta-feira com a habitual superespecial na Avenida do Mar, desenhada como uma autêntica arena urbana para acolher os entusiastas com melhores condições e maior capacidade. A competição intensifica-se na sexta-feira com oito classificativas e 120 quilómetros pelo interior da ilha, destacando-se as passagens por zonas emblemáticas como o Chão da Lagoa, Poiso, Santana e a descida para o Ribeiro Frio. No sábado, o rali ruma ao oeste madeirense para cumprir perto de 80 quilómetros que recuperam troços históricos – como a Ponta do Sol e a Ponta do Pargo -, culminando na decisiva Power Stage na Serra d’Água.












