Conjuntamente com a sua atividade na Fórmula E e com a BMW, que ‘prepara’ o Mundial de Endurance e Le Mans, António Félix da Costa juntou-se também a este projeto no GT Open onde vai correr em alguns eventos ao lado de Lourenço Beirão da Veiga.
Presumo que este projeto no GT Open seja mais um passo para a tua passagem rumo ao ‘endurance’/GT/Le Mans. É assim?
Está a ser um ano de transição para mim. Basicamente, além da Fórmula E, a BMW está a fazer com que eu ganhe o máximo de experiência possível com GTs, com provas no Blancpain, em Nordschleife e agora também no GT Open, isto a juntar ao facto de estar muito envolvido no desenvolvimento do novo carro do WEC, que dá me muita experiência. Estou ansioso para saber onde me querem ‘meter’ em 2018, e gostava muito de ganhar as 24h de Le Mans.
As pessoas têm a sensação que para quem guiou carros como os do DTM, um GT3 é pêra-doce…
Os carros de GT3, ao contrário do que pensava também têm grande ciência. Para um piloto profissional, não difícil ser rápido, mas depois é muito difícil encontrar o último limite do carro, e ser o mais rápido, levando o carro ao limite, aprender a usar o ABS e o controlo de tração da forma mais eficiente. Estou ansioso para ver como são as corridas de endurance e as trocas de pilotos.
Confiante na vitória no Estoril?
Não faço mesmo ideia do nosso nível competitivo, sei que não vamos ser lentos, mas se chega ou não para fazer um brilharete em casa é esperar para ver. Mas sim, era muito bom puder ajudar o Lourenço a começar o GT Open com uma vitória e logo perante o nosso público.











