Tiago Monteiro realizou uma tentativa – falhada – de disputar ao Dakar, em 2008, depois da prova ter sido anulada devido a ameaças terroristas. A a versatilidade sempre foi importante na carreira profissional do piloto luso, até porque mudar de categoria pode ser necessário em qualquer altura. Por isso não será de estranhar vê-lo nas dunas do Sahara, na pista de La Sarthe, ou mesmo em Mount Panorama a disputar Bathurst 1000.
Este ano, o piloto português não conseguiu fazer nada fora do WTCC esta época, “por falta de tempo. Gosto sempre de fazer as 24 Horas de Le Mans, e há sempre convites, mas não houve nenhuma boa oportunidade que se proporcionasse. Desde que haja disponibilidade é fazer coisas fora do WTCC”. A ligação à Honda poderá ser um obstáculo para correr em algumas categorias, mas felizmente a marca japonesa é fornecedora de chassis ou motor a várias equipas de Le Mans.
Antes de se tornar piloto, Tiago Monteiro era um fã de desporto automóvel e ainda hoje existem várias competições fora do vulgar que o piloto português gosta de experimentar pelo menos uma vez. É o caso da Gold Coast 600, a corrida dos V8 Supercars australianos disputada nas ruas de Surfers Paradise, onde Monteiro participou há dois anos, e que apesar de ter sido “uma experiencia que não me importava de repetir, não pude fazer por coincidência de datas com o WTCC”.
Entre as provas em que nunca esteve à partida, Tiago gostaria de participar “nas 24 Horas de Nürburgring, nos 1000 km de Suzuka e nas 24 Horas de Daytona”, mas também no Dakar, onde já esteve previsto participar em 2008, prova cancelada pela ameaça de ataques terroristas. O piloto tem “esperança de poder fazer o Dakar. Adoro o TT como hobby, por isso nunca será prioridade, mas mal o Dakar regresse a África, tentarei também regressar”.










