Depois de um bom segundo lugar na super especial disputada no sábado, a equipa partia confiante para os seletivos 280 Km da segunda etapa e o certo é que as características do percurso, fizeram com que ainda antes de CPH 1, estivessem à frente da classificação, com alguma vantagem sobre Nuno Matos, que por sua vez se tinha imposto a Rui Sousa e a Miguel Barbosa.
“Andámos ao ataque desde o início, tentando uma aproximação ao Miguel e a certa altura vimos o Mitsubishi parado, com os pilotos a mudar uma roda, o que significava que estávamos à frente da corrida. Não nego que continuei concentrado, até porque o Nuno estava a cerca de 30 segundos, mas nalgumas zonas já encarei a corrida de outra forma, só que a partir de meio da prova a embraiagem começou a denotar sinais de fadiga e daí para a frente foi só perder tempo, mas decidimos que era importante tentar chegar ao fim, mesmo atrasados, pois os pontos para o campeonato podiam ser determinantes para o resto do campeonato.
Chegámos com alguma dificuldade ao final do setor e a equipa técnica resolveu o problema em parte, já que continuamos em esforço na segunda passagem. Foi a classificação possível, mas acho que perdemos uma boa oportunidade para vencer, pois daqui para a frente as provas já não são tão adaptadas ao nosso carro. Vamos tentar lutar agora pela conquista do vice-campeonato, já que penso que o título está, a partir desta prova, entregue.” O piloto não deixou ainda de elogiar a “Escuderia Castelo Branco pela excelente prova que organizou e pelo facto de ter de novo recebido de forma exemplar toda a caravana do TT Nacional.”












