Partilhando o ‘seu’ Iveco com dois Franceses, Joseph Adua e Thomas Robineau, Pedro Velosa afirma que “vai ser um grande desfio”, apesar de “desportivamente não termos grandes aspirações, porque estamos num dos camiões de assistência rápida da X-Raid”.
Como explica o português, “o camião tem que andar depressa mas não temos pretensões a classificações pois a nossa função é estar o mais perto possível dos carros, caso haja algum problema”. À partida para uma prova em que estará pela quarta vez, lembra também que “o Dakar é sempre difícil ao nível da navegação, as sequências de way pointse a própria leitura do road book, por isso não antevejo uma edição fácil. Todos os anos, a organização pretende evoluir e aumentar ainda mais a dificuldade do percurso e é assim que eu espero a edição deste ano”, disse Velosa.
Quanto a permanecer na X-Raid: “É um privilégio voltar a ser convidado pela melhor equipa do mundo do TT”, concluiu.









