A segunda semana do Dakar não vai ter qualquer etapa maratona, muito menos com 48 horas, mas tem potencial para mudar muita coisa na classificação. David Castera já avisou que a segunda metade do Dakar, especialmente as etapas 7 e 11 podem ser dramáticas para muitos.
A sétima etapa tem um labirinto de desfiladeiros com constantes mudanças de direção e mais tarde uma secção de dunas. Os concorrentes podem ‘descansar’ mais na etapa oito que não tem dificuldades de maior, mas na nona a navegação é muito complicada, num cenário muito bonito. A etapa 10 é outra com percurso seletivo onde, quem quiser atacar para recuperar, por exemplo, pode tirar partido disse se tudo lhes correr bem. Mas é a penúltima etapa, a 11ª que mais potencial tem para agitar o pódio em todas as categorias. Com uma extensão de quase 500 quilómetros, a a maior parte da especial desenrola-se em terreno árido e acidentado. Será o último grande desafio físico e mental para os pilotos. Se bem se recordam, no ano passado, os pilotos de automóveis sofreram muito na etapa 2 com os furos e a ASO já advertiu que devem ter muitas cautelas porque esta deverá ser a etapa com mais furos em todo o Dakar 2024. E sabemos bem o que os furos podem fazer mudar.
O Rali Dakar termina com uma etapa final desprovida de grandes dificuldades, mas pode ser decisiva. O ano passado, foi na última etapa que Kevin Benavides bateu Toby Price nas motos…
FOTO BRX Prodrive/DPPI










