Nuno Matos, com Joel Lutas ao lado, voltou ao Opel Mokka Proto, numa prestação que culminou num abandono já perto do fim: “Vínhamos com um bom ritmo e a rodar no top 10, mas por volta do Km 70 detetámos um problema numa das rodas traseiras, que nos fez parar. Os pernes estavam degolados e o pneu saiu da jante, o que a juntar ao calor que se fez sentir originou um pequeno princípio de incêndio, que felizmente conseguimos solucionar”, explicou o piloto.
Após três anos sem conduzir o Opel Mokka Proto, e apesar do desfecho, Nuno Matos ficou satisfeito com as indicações deixadas neste primeiro contacto. “Foi muito bom voltar a estar ao volante de um carro que me traz grandes recordações e conseguir imprimir, durante os dois dias de prova, um andamento enquadrado com o que esperávamos para esta fase da época. O objetivo é continuarmos a trabalhar e evoluir nas próximas provas, sabendo, no entanto, que as nossas aspirações terão sempre de ter em linha de conta o fortíssimo parque automóvel que o campeonato hoje apresenta”, disse Nuno Matos, muito agradado com o público: “Quero deixar uma palavra de agradecimento em particular ao muito público presente, por todo o carinho e alegria demonstrado à passagem do Opel Mokka Proto, que tornaram esta baja ainda mais especial.”












