É uma questão para já sem resposta. A temporada de 2021 foi extremamente animada, a ponto terem sido nada menos do que cinco os pilotos que matematicamente podiam aspirar ao título absoluto à partida para a derradeira jornada: João Monteiro, Roberto Borrego, João Dias, Alexandre Pinto e Gonçalo Guerreiro, e isto exemplifica bem o que têm sido os campeonatos dos SSV, com incerteza do princípio aos fim em quase todas as provas, sendo que a alternâncias entre candidatos aos triunfos foi sempre muito grande.
Roberto Borrego sagrou-se campeão numa temporada em que João Monteiro, mesmo sem ganhar, liderou quase até ao fim.
Seria, todavia, o jovem Gonçalo Guerreiro a evidenciar na segunda metade da temporada, um andamento superior ao da concorrência pelo que o favoritismo do único piloto que se apresenta como profissional, se justifica neste arranque de 2022, caso confirme esta época o andamento que mostrou muitas vezes na anterior.
Do quinteto acima mencionado, dois pilotos – João Dias e Alexandre Pinto – apostam em dar continuidade à internacionalização iniciada no ano passado, e por isso tiveram de abandonar o mais competitivo dos campeonatos de SSV disputados na Europa. É pena, mas é por “uma boa causa”.
A este trio, é forçoso acrescentar na luta pelas primeiras posições os nomes de Nelson Caxias, Luís Cidade, Sebastian Guyette, Nuno Fontes, Pedro Santinho Mendes, Lourenço Rosa, Hélder Rodrigues, Arnaldo Monteiro e Pedro Ferreira.
Seguramente entre muitos outros que irão disputar os melhores lugares da geral ao segundo!
Dos ralis para os SSV, Mex Machado dos Santos é a maior novidade deste arranque de temporada nos SSV.











