Num encontro que Sousa classificou como “cordial, sereno e interessante”, foram debatidas muitas das questões que envolvem a modalidade actualmente, sendo que a possibilidade de redução do número de provas foi um dos assuntos em foco.
Neste âmbito, o piloto de Almada reconhece que existe uma “abertura por parte da Federação para reduzir o número de provas na próxima temporada de 8 para 6”.
Carlos Sousa relembrou que a redução do calendário já era algo que defendia desde que fazia o campeonato nacional no passado. Quanto à questão dos preços de inscrição nas provas, a FPAK reconhece que são elevados face à conjuntura actual, mas ressalva que isso é algo “alheio à Federação”, uma vez que são os clubes organizadores que estipulam os preços.
Por fim, Sousa ressalva que não existiu por parte da FPAK qualquer intenção de atribuir culpa ou castigos, mas sim trocar ideia para o futuro do Todo-o-Terreno em Portugal.











