A maratona africana liga novamente o continebnte europeu (ainda não se sabe donde parte) à capital senegalesa, Dakar, passando por Marrocos e Mauritânia, atravessando o deserto do Sahara.
Para René Metge “o Africa Eco Race não é uma corrida como as outras. Esta Maratona Rali Raid propõe aos concorrentes partilhar uma aventura baseada no desafio desportivo, mas tendo como prioridade os valores humanos”, algo que muitos adeptos desta prova referem amiúde, em contraste com o que dizem passar-se no ‘Dakar’ sul -americano, onde o sucedido entre Paulo Gonçalves e Cyril Després no último Dakar é bom exemplo.
Para Elisabete Jacinto “fazer uma grande maratona de todo o terreno em África é associar o espírito de aventura ao de competição, pois o isolamento e a dureza do deserto levam-nos, muitas vezes, aos limites das nossas capacidades.”
Na apresentação estiveram ainda Paulo Ferreira, piloto que recentemente adquiriu um Nissan Navra Off Road com o propósito de participar na prova, bem como Carlos Barbosa “Tucha” que se propõe regressar a África 30 anos depois de ter participado no Dakar então integrado de projeto oficial da UMM liderado por José Megre.












