Foi precisamente há um ano que Rui Cardoso se despediu das 24 Horas de Fronteira, depois de se ter tornado no único totalista da prova, ou seja, o único piloto que esteve em todas as edições desde que esta foi criada por José Megre. No fim desse texto escrevemos, “Vamos ver como corre a despedida…”, bom, a despedida ficou sem efeito, porque não perdeu sequer uma edição, pois voltou este ano, de UMM Alter Turbo, sem que a prova lhe tenha corrido particularmente bem, pois a equipa atrasou-se muito: “O Nissan Patrol já não aguentava, vai ter que ir para o Museu do TT onde quer que ele se faça”, começou por dizer revelando que foi desafiado por uma equipa de Santo Tirso, que veio correr de UMM Alter Turbo, carro que tem vindo a ser evoluído ao longo dos últimos anos “ficou mesmo um ‘verdadeiro carro de corridas e como é uma interpretação do UMM original, chamei-lhe Alter Ego…”
“O carro porta-se lindamente, é outro mundo, noite e dia. Simplicidade de guiar elegância a responder com o motor pisa muitíssimo bem, e, portanto, mesmo nas zonas estragadas tem um efeito tapete voador por cima do mau piso” disse Rui Cardoso que está certo que os próximos 25 anos vão ser bem diferentes dos 25 anteriores: “isso de certeza! É mais um aninhou ou dois, o carro é maravilhoso, já comecei a falar com o carro e melhor do que isso o carro começou a dar-me troco, a ligação entre o piloto e o carro é mesmo perfeita é um carro ideal para uma prova deste tipo”, disse Rui Cardoso que encontrou nova motivação para mais uns anos de 24 Horas TT Vila de Fronteira…











