O dia 22 de julho ficou marcado pela primeira saída do Audi 002 Quatro, o protótipo de Grupo S que a marca de Ingolstadt iria utilizar como protótipo caso o Grupo B não tivesse sido banido e a FIA não tivesse travado a fundo nas suas intenções. Passava pouco das seis horas da tarde, locais em Daun, na Alemanha, palco do Eifel Rally quando Walter Rohrl fez o ouvir o motor do carro e saiu rumo a um dos troços. A experiência foi curta, pois esta é uma enorme peça de Museu e por lá vai continuar, pois o cuidado que os mecânicos da Audi tiveram com o carro ao longo destes dias deixou claro que esta peça de história realizou uma saída única.
De resto, a prova arrancou em todo o seu esplendor e a primeira classificativa do dia foi uma enorme surpresa, não só pela quantidade de público presente, como pela forma como o público é brindado com espetáculo. Não há quebras de ritmo, os carros partem de 30 em 30 segundos e com um percurso em boucle, das mais de centena e meia de concorrentes andam por vezes carros separados por apenas alguns segundos, pois o troço tem em quase todos os locais boa visibilidade e permite que muitos carros rodem ao mesmo tempo. O espetáculo, como se percebe é de excelência, pois esta é uma forma perfeita de perceber o que andam as diversas gerações de carros, como se d um filme sobre a história dos ralis estive a ser visto em ‘fast forward’. Só que é ao vivo…











